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quinta-feira, 12 de março de 2020

Peça de teatro «Viagem de Inverno» - Opinião!

Tal como referi neste post, queria muito voltar a ir ao teatro para ver uma peça.

Calhou que, fui ver a peça "Viagem de Inverno" ao Teatro de Almada.


Para começar, eu já sabia que ia ver uma peça com uma duração superior a 2 horas e sem intervalo. (Como assim: termos que estar mais de duas horas sentados e com atenção?)

Por isso mesmo bebi café e mentalizei-me da situação. O problema é que a peça foi às 21h de uma Sexta-feira. Ou seja, eu estava cansada de uma semana de trabalho e não tinha jantado há muito tempo.

Outro aspecto que às vezes me desencoraja nos teatros é o espaço pequeno que temos para as pernas e mesmo em relação às cadeiras do lado... Estamos ali literalmente confinados a um espacinho (pequeno)!


Relativamente à peça em si: teve realmente momentos que nos colocam a reflectir. Porque aborda temas actuais: como a corrupção, os casamentos por interesses monetários, o tempo que passa tão rápido, entre outros...


Mas, senti que foram monólogos. As actrizes não interagiram entre si. Começou com um monólogo da mais velhas, depois a do meio e por fim a mais nova. E depois cada uma delas, se já não me falha a memória, fez mais um monólogo. 


Honestamente não gostei... Um aspecto que aponto que podiam melhorar era efectivamente existir um intervalo durante a peça por mais que não fosse para uma pessoa ir comer, ir ao WC e esticar as pernas. 
O outro aspecto seria o de a peça não ser só constituída por monólogos.
Claro que eu também podia ter escolhido outra sessão para ir assistir à peça e assim não estar tão cansada mas, nem considero que isso fosse alterado muito a minha percepção do que vi e ouvi...

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Quero voltar a ir ao teatro!

Este ano já perdi a hipótese de ir ver uma peça que queria que esteve em exibição em Dezembro e Janeiro.

E não quero que isso volte a acontecer!!!

Entretanto já descobri mais uma peça que quero ir ver:


Peça de teatro «Viagem de Inverno»

Podem ler sobre a peça aqui.

terça-feira, 26 de novembro de 2019

«Doença da Juventude» *

Este é o nome da peça com o qual me «cruzei» recentemente. Quando escrevo «cruzei« neste caso quero dizer que tomei conhecimento. Ainda não a fui ver. E espero que seja mesmo um ainda...

Vejam só o cartaz original (tão ou mais que o nome da peça de teatro):



E o resumo do que a peça promete:

«Maria terminou o curso de Medicina e vai dar uma festa. A partir de agora, começa a vida a sério. "A vida a sério"... que cliché. Tu nasceste para quê? O que reserva o futuro para ti? Qual é o mal de ter ambições? Colegas de faculdade, ex-namorados, amigas, ódios de estimação — todos se cruzam antes e depois da festa, à procura de alguém especial, à procura de si próprios, em busca do caminho certo para a sua vida. Num mundo descartável e repleto de estímulos consumistas, quem sabe o que é certo ou errado?»

A mim, despertou-me interesse. E a vocês?

* Podem ver aqui fotos, behind the scenes e até uma promo da peça.

sábado, 26 de outubro de 2019

Vejam só!!!

Mais uma peça de teatro que eu quero ir ver:


O título é que é muito estranho: "Reinar depois de morrer"


Mas, pode ser que seja uma surpresa agradável!

sexta-feira, 29 de março de 2019

Peça de teatro «Zoom»

Lembram-se deste post?

Já fui ver a peça! E gostei!


É uma peça interessante. Não é profunda mas, levanta questões sobre as quais eu nunca tinha reflectido. 


Gostei muito da escolha dos actores e gostei ainda mais de saber que no fim da peça havia espaço para uma conversa entre os mesmos e o público.


É por peças assim que eu acho que vale a pena ir ao teatro. Cada vez que vou assistir a uma peça fico espantada como me continuo a surpreender pelo facto de ser uma experiência tãooo diferente de ir ao cinema.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

'Bora voltar?

Não ponho os pés no teatro há meses mas, esta semana vi publicidade a esta peça e «bateu a saudade»:


sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Peça de Teatro «Insónia» com o Fernando Mendes

Gosto de cinema mas, também gosto de teatro.

Ultimamente não tenho quase ido ao teatro mas, há algumas peças que quero ver. Por isso recentemente fui ao Teatro Armando Cortez, também conhecido por Casa do Artista ver o Fernando Mendes na peça «Insónia»:


Em palco só está o Fernando Mendes mas, mesmo assim acabam por aparecer várias pessoas desempenhando várias personagens através de vídeos.

A peça tem piada e nem se dá pelo tempo passar.

A história que esta peça conta é de um Custódio que foi deixado pela mulher e não consegue adormecer. 

Vamos ouvindo O CR 50 (como ele se refere a si mesmo) a falar da sua relação com a mulher, com o filho, com o patrão, com o colega de trabalho, com os amigos, etc..

Vamos ganhando um carinho pela personagem e até chegamos a ter alguma pena por ter sido deixado... Mas, nos momentos seguintes também conseguimos perceber porque é que a mulher o deixou.

Quando achamos que a peça não tem mais para nos apresentar eis que acaba com um gargalhada geral do público.

Aquilo que está escrito sobre a peça é isto:

«Em ‘Insónia’, Fernando Mendes estará a solo e encarnará na pessoa de Custódio Reis, um vendedor de vinhos e licorosos, que vive com a corda no pescoço. Tanto financeiramente, como familiarmente. É o comum português de classe média, que vive afogado em dívidas e créditos.
Custódio encontra-se à beira do divórcio. A mulher, Sónia, esgotou de vez a sua paciência para com um marido que é cada vez mais um falhado e um tipo sem rumo ou grandes objetivos de vida para além de comer, beber e dormir.
É um marido ausente e um pai ainda mais. Não tanto por falta de amor, mas mais de energia… Custódio sente-se cansado, pesado e sem paciência. A única ginástica que faz é financeira e a pouca pachorra que ainda vai tendo é para o trabalho. Aos dezassete anos começou a trabalhar como padeiro. Hoje em dia, vende vinho, mas, na verdade, é quase tanto aquele que bebe como aquele que vende. Até gosta do que faz e acha-se entendido em vinhos, não o sendo verdadeiramente.
É, em boa verdade, um tipo sem grande profundidade intelectual e sem grandes teses filosóficas. Por sua vez, é desenrascado e tem lábia de vendedor. O típico português de café que fala de tudo sem dizer quase nada.
Certa noite, Custódio, que sempre teve preguiça de pensar muito na sua vida, pára para pensar e ao contrário de passar a noite a ressonar, como é seu hábito, não consegue dormir. Tem uma terrível insónia. Uma insónia onde vai questionar tudo na sua vida e tentar encontrar soluções. Só que, por mais que grande parte dos seus problemas tenham soluções óbvias, para um homem que foi toda a vida assim, a mudança não parece fácil.
Assistimos, então, a uma hilariante crise interior pela qual, em tempo real, Custódio vai passar, na tentativa de alcançar a paz de alma necessária para que volte a conseguir dormir.
Pelo meio desta ‘Insónia’ vamos assistindo a alguns programas de televisão que Custódio vai vendo para “ver se chama o sono”, onde Fernando Mendes protagoniza momentos muito improváveis com alguns dos seus amigos e colegas de toda a vida.
‘Insónia’, um espetáculo para brincar com coisas sérias.»

 Ao contrário da última peça que fui ver (e sobre a qual escrevi) desta peça gostei e acho que é um bom momento que se passa a ir assistir à mesma.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

MAIS peças de teatro que QUEROOO ver!!!

Ora aqui estão mais peças que eu quero ver:


«Em ‘Insónia’, Fernando Mendes estará a solo e encarnará na pessoa de Custódio Reis, um vendedor de vinhos e licorosos, que vive com a corda no pescoço. Tanto financeiramente, como familiarmente. É o comum português de classe média, que vive afogado em dívidas e créditos.
Custódio encontra-se à beira do divórcio. A mulher, Sónia, esgotou de vez a sua paciência para com um marido que é cada vez mais um falhado e um tipo sem rumo ou grandes objetivos de vida para além de comer, beber e dormir.
É um marido ausente e um pai ainda mais. Não tanto por falta de amor, mas mais de energia… Custódio sente-se cansado, pesado e sem paciência. A única ginástica que faz é financeira e a pouca pachorra que ainda vai tendo é para o trabalho. Aos dezassete anos começou a trabalhar como padeiro. Hoje em dia, vende vinho, mas, na verdade, é quase tanto aquele que bebe como aquele que vende. Até gosta do que faz e acha-se entendido em vinhos, não o sendo verdadeiramente.
É, em boa verdade, um tipo sem grande profundidade intelectual e sem grandes teses filosóficas. Por sua vez, é desenrascado e tem lábia de vendedor. O típico português de café que fala de tudo sem dizer quase nada.
Certa noite, Custódio, que sempre teve preguiça de pensar muito na sua vida, pára para pensar e ao contrário de passar a noite a ressonar, como é seu hábito, não consegue dormir. Tem uma terrível insónia. Uma insónia onde vai questionar tudo na sua vida e tentar encontrar soluções. Só que, por mais que grande parte dos seus problemas tenham soluções óbvias, para um homem que foi toda a vida assim, a mudança não parece fácil.
Assistimos, então, a uma hilariante crise interior pela qual, em tempo real, Custódio vai passar, na tentativa de alcançar a paz de alma necessária para que volte a conseguir dormir.
Pelo meio desta ‘Insónia’ vamos assistindo a alguns programas de televisão que Custódio vai vendo para “ver se chama o sono”, onde Fernando Mendes protagoniza momentos muito improváveis com alguns dos seus amigos e colegas de toda a vida.
‘Insónia’, um espetáculo para brincar com coisas sérias.»


Uma comédia que só estará em palco em 2019 mas, que tem estado a esgotar sessões que é dose!
Uma peça com um nome bem original! Gostava de ir ver mas, as sessões são durante a semana...


«Dois amigos de longa data decidem debater a sempre polémica temática do papel do homem na nossa sociedade e as suas ramificações com tudo o que o rodeia, com tudo o que se mexe… mulheres incluídas.
Regabofe, Rabos, Carros, Futebol, Copos, Porrada, Mariquices versus Machices, Gajas e, claro, Mulheres, serão alguns dos vários temas aflorados (esta palavra não é de macho).  
A melhor forma que encontraram para abordar o abominável mundo do homem foi organizar uma “Conferência de e para Machos”, denominada FAZ-TE HOMEM, onde irão expor as suas indignações, receios, traumas, medos, frustrações, no fundo, o que os apoquenta. (outra palavra que não é de macho!). Tudo condimentado com muito humor e… amor pelas mulheres, claro. Mas também com ódio e… amor pelas mulheres, claro!
Os espectadores, sem saberem, serão participantes desta “Conferência de e para Machos” e poderão ser chamados a intervir, dando o seu importante contributo para uma sociedade mais…, digamos, mais… masculina, vá!»


Outra peça que só está em cena às Quartas-feiras e por isso ainda não a fui ver é esta:



«BecaBeca mistura em palco Storytelling, Improviso, Teatro e Música e é sinónimo de conversa e improvisos espontâneos, imprevisíveis, divertidos e totalmente surpreendentes. Em palco, Os Improváveis criam cenas improvisadas, inspiradas pelas temáticas de uma entrevista conduzida por Fernando Alvim ou Diogo Faro a um convidado especial que muda todas as noites. O público assiste confortavelmente e influencia o rumo da conversa e dos momentos de improviso que vão acontecer em palco. Serão memórias, histórias, ideias ou sonhos? É BecaBeca da boa.

Com: Os Improváveis (Marta Borges, Gonçalo Sítima, Pedro Borges), Diogo Faro ou Fernando Alvim  (entrevistas), Miguel Tapadas (Piano) e vários convidados.

Já passaram pelo BecaBeca: Nuno Artur Silva, Bordalo II, Ljubomir Stanisic, Sérgio Godinho, Gisela João, Fernanda Serrano, Salvador Sobral, Hugo Van Der Ding, Ricardo Ribeiro, Celina da Piedade, Valas.

Por motivos de força maior, poderão existir alterações de última hora no elenco e convidados. Agradecemos desde já a compreensão do público.»

Já alguém desse lado viu alguma destas peças?

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Peça «Zé Manel Taxista» - Opinião

[Quando publiquei este post, disse que já tinha ido ver uma dessas peças. FINALMENTE venho falar-vos dela!]

Esta personagem da Maria Rueff não é de agora. Tem anos. Décadas neste caso concreto. Duas décadas para ser mais precisa. E eu lembro-me de o programa do Herman dar no Domingo à noite e eu não o ver até ao fim porque me tinha que ir deitar porque no dia seguinte tinha aulas. E eu estava na primária! OMG, quanto tempo já passou!!!
Ouvi falar da peça e, claro que tive curiosidade de ver como a Maria Rueff ia pegar na personagem que tão bem deu a conhecer ao público antes de 2000.  Claro que não é das personagens mais difíceis de “transportar”, mas, sentia na mesma curiosidade. Por mais que não fosse para saber quais eram os temas que em 2018 apoquentam o Zé Manel Taxista.
Para começar, estávamos sentados perto do palco, mas, do nosso lado direito não tínhamos ninguém (nem na parte direita à frente e parte direita atrás). Estranho… Ainda mais estranho quando me lembrei que a rapariga da bilheteira disse que ia ser complicado encontrar dois lugares juntos…. Enfim… E outro aspecto que eu reparei quando entrámos na sala foi: todo o público que lá estava (sem contar connosco) era da idade dos meus pais.
Sem grandes expectativas posso dizer já que não gostei da peça. Na realidade, parecia era um musical. E eu não sou fã. Os temas abordados são actuais mas, a história foi previsível.
Infelizmente, também não gostei do facto de não darem assim tanto ênfase ao famoso táxi.
Como se isto tudo já não fossem motivos suficientes tenho mais um a acrescentar: a peça  foi grande! Mais de duas horas. E não começou à hora marcada. Por mais que os lugares sejam confortáveis, que são, uma pessoa já não sabia como devia estar sentada…


De qualquer maneira, caso não tivesse ido ver a peça não teria opinião nenhuma sobre a mesma. Pelo que, prefiro passar pela experiência de a ir ver e não gostar do que ter passado ao lado e nem ter opinião sobre a mesma.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Peça «Baixa Terapia» - Opinião

[Das três peças que referi neste post que queria ir ver já fui ver uma. E o post de hoje é a minha opinião sobre a mesma.]

Comprámos os bilhetes momentos antes da peça começar. A senhora explicou-nos o que estava disponível e para não irmos para as alturas ficámos lá ao fundo… Nunca tinha ficado num local que parecesse tanto uma caverna. Foi mesmo lá ao fundo e parecia que estávamos numa sala à parte. Escura e com o teto baixo. E o palco parecia tão longe e tão lá em baixo! Mas, não existiu nenhum problema a nível de som ou ver o palco.
Na rua estava muito calor, mas, no teatro não achei que estivesse.
Esta peça só tinha atores brasileiros e no início, por causa do sotaque e da velocidade com que eles falam, demorava a perceber o que eles diziam e infelizmente não percebia tudo.
Mas, depois o meu ouvido deve ter-se habituado que isso já não foi questão.
A peça até teve uma boa duração e gostei da história. Surpreendeu-me muito o final porque estava à espera de algo mais linear e afinal…
Para além da peça ainda tivemos direito a uma discussão com os atores, mas, que eu acabei por não assistir durante muito tempo porque já estava a ficar tarde e uma pessoa tanto tempo sentada já não sabe em que posição estar…
Basicamente a história da peça é uma sessão em terapia que acabou de ser em grupo. Toda a peça decorre no consultório de uma terapeuta. E essa terapeuta dá consultas a casais. O que ocorre desta vez é que ela não vai estar presente mas, mesmo assim eles vão ter a sessão mas, vão ser 3 casais em simultâneo a ter a sessão de terapia.
Inicialmente, há alguns que não gostam da ideia. Porque vão ter que partilhar a sua vida com estranhos e porque a terapeuta deixa indicações em envelopes e só podem passar ao envelope seguinte quando todos chegarem a consenso.
Os três casais são muitos diferentes entre si: temos um casal que já está casado há vários anos e tem os filhos numa idade complicada. E complicada é também a relação entre o casal. Temos outro casal também com alguns anos de casamento com um filho único e na situação em que só um membro do casal trabalha. E depois temos um casal novo que ainda não vivem juntos.
Todos eles têm aspetos da sua vida em casal que são os que os fazem ir à terapia. E através dos vários envelopes que a terapeuta deixou vamos ficando a saber que aspetos são esses.
Mas, a peça não é só isso. Não é mesmo! É surpreendente! E toda a peça é gira e nada aborrecida. Há sempre algo a acontecer mas, não acaba por existir confusão em palco e não ficamos sem saber para onde olhar.


domingo, 21 de outubro de 2018

Crescem como cogumelos...

... as peças de teatro que eu quero ir ver!

A mais recente que tive conhecimento é esta:


"Boa noite, mãe" - Teatro da Trindade

Sinopse:

Da autoria de Marsha Norman, uma das mais aclamadas escritoras e dramaturgas norte-americanas, a peça apresenta mãe e filha numa noite semelhante a tantas outras. Ao longo do diálogo, estas duas mulheres vão revelando a sua verdadeira natureza, pondo-nos a par do que foi toda a sua vida até aí.
A conversa entre as duas, traz à tona o ressentimento, a solidão e incompreensão de toda uma sociedade.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Quero ir ver mais estes três! *

* Para além destes todos.

E de entre estes três há um que eu já vi. Qual será?


Passado na Califórnia, no final dos anos 50 e começo dos anos 60, tem como pano de fundo o comportamento dos jovens dessa época. Grease é a história de um casal de estudantes, Danny e Sandy, que trocam juras de amor no verão, mas separam-se, pois ela voltará para a Austrália. Entretanto, os planos mudam e Sandy acaba por se matricular na escola de Danny. A partir desse momento, tudo poderá acontecer e o amor irá imperar, mas não sem antes os jovens andarem desavindos.
O final feliz derrete corações e o humor insólito, próprio de jovens na flor da idade, faz deste argumento um clássico que tem atravessado gerações e que continua em cena em inúmeras salas de teatro, nos USA.

 

Zé Manel Taxista, Uma Comédia com Brilhantina celebra os 20 anos de existência de uma das personagens mais emblemáticas e acarinhadas de Maria Rueff.
Na Lisboa de hoje, Zé Manel, taxista, pai de família e adepto ferrenho do Benfica, já não reconhece os cantos-à-casa da "sua" cidade e anda arreliado. Entre turistas, tuk-tuks e alojamentos locais, Zé Manel despista-se... naturalmente!


Os vizinhos de cima é uma comédia que faz uma reflexão sobre a vida conjugal e a sexualidade através de dois casais que vivem no mesmo edifício. Um texto fresco e ágil no qual Cesc Gay aborda com ironia e humor temas como a convivência, a coragem, o sexo, o amor e as aparências.
Um casal convida os seus vizinhos de cima para jantarem em sua casa. À medida que noite avança o casal toma conhecimento das loucuras sexuais dos seus vizinhos, o que os leva a repensar a sua própria relação — repleta de repressões e imersa em monotonia. O confronto com a vida dos vizinhos de cima vai levá-los ao limite e fazê-los tomar algumas decisões no que diz respeito à sua relação.
Fernanda Serrano, Pedro Lima, Ana Brito e Cunha e Rui Melo dão corpo às intensas personagens de um espectáculo que o vai pôr a reflectir – e a rir!- sobre o que se passa entre quatro paredes.
Os vizinhos de cima marcam a estreia no teatro do cineasta Cesc Gay. Estreado primeiro Barcelona, converteu-se rapidamente no grande sucesso da temporada, esgotando todas as apresentações e batendo recordes de espectadores. Chegou mais tarde a Madrid, onde registou um sucesso imediato junto da crítica e do público.


Quero ir ver isto tudooo!!! Mas, confesso que há uma destas peças que me chama mais a atenção!!!

sábado, 29 de setembro de 2018

Vamos voltar ao teatro?

Agora com a «rentreé» que já lá vai e com o fim do mês de Setembro começam a aparecer peças de teatro que quero ir ver.

Querem saber quais são?


Sobre o BecaBeca: 

«BecaBeca mistura em palco Storytelling, Improviso, Teatro e Música e é sinónimo de conversa e improvisos espontâneos, imprevisíveis, divertidos e totalmente surpreendentes. Em palco, OS IMPROVÁVEIS criam cenas improvisadas, inspiradas pelas temáticas de uma entrevista conduzida por FERNANDO ALVIM ou DIOGO FARO a um convidado especial que muda todas as noites.

O público assiste confortavelmente e influencia o rumo da conversa e dos momentos de improviso que vão acontecer em palco. Serão memórias, histórias, ideias ou sonhos? É BecaBeca da boa.»

Sobre «Baixa terapia, uma comédia no divã»:

«Três casais que não se conhecem encontram-se inesperadamente no consultório da psico-terapeuta que os acompanha para uma habitual sessão. Mas, desta vez, para espanto de todos, ela não está presente. A terapeuta deixou tudo preparado para a chegada dos casais – um pequeno bar onde não falta whisky e vários envelopes com instruções de como em conjunto deverão conduzir a sessão sem a sua presença. Esse é o objectivo: uma sessão sem o acompanhamento da terapeuta, onde todas as questões são resolvidas em grupo. Cada envelope traz uma situação mais engenhosa que a outra o que acaba por transformar a sessão num caos hilariante. Baixa Terapia é uma comédia envolvente que conduz o público a um final surpreendente.»


Sobre «Eu saio na próxima, e você?»:

«Um Homem e uma Mulher conhecem-se no metro em Lisboa nos anos 70 do século passado, começam a conversar e decidem voltar a encontrar-se e após um mês de contactos casam-se. Mas o matrimónio está condenado ao fracasso. Ambos se dirigem ao público apresentando as suas razões do falhanço da relação evocando recordações, personagens do passado e experiências que os marcaram e que influenciaram comportamentos posteriores.
A comédia e o musical cruzam-se nas suas vidas, partilhando com o público os seus problemas e desavenças nas suas diferentes fases.

Eu Saio na Próxima e Você? é um retrato geracional, um choque ideológico entre a mudança da ditadura para a democracia através da libertação sexual e da liberdade que a Mulher conquistou na transformação de Portugal desde os anos sessenta aos nossos dias.

Prova de fogo para dois maravilhosos comediantes, Marina Mota e João Baião, que irão ter em Eu Saio na Próxima e Você? na versão portuguesa de Filipe La Féria do texto de Adolfo Marsilhach, as interpretações mais exigentes e extraordinárias das suas vidas. »

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Noite Branca!

Já não se chama Vogue Fashion Night Out mas, continua a existir esta noite diferente.

Este ano já tinha combinado ir com uma amiga mas, ainda não tínhamos falado de nada mais em concreto até que na minha inbox entra isto:


Bora lá nessa! *

* É uma coincidência gira esta porque já fui assistir a uma peça de teatro com esta minha amiga e ela já tinha dito que tínhamos que ir outra vez. FEITO!

domingo, 22 de abril de 2018

Fim-de-semana em fotos!

O meu Sábado foi passado na «terrinha» do meu pai. Onde tive a oportunidade de visitar familiares a amigos que não via desde o mês de Agosto. Que vergonha! Que saudades de voltar ao MELHOR sítio do Mundo!!!


FINALMENTE, hoje experimentei o brunch do Nicolau. Mas, não foi fácil! Estivemos 1 hora na fila à espera. Depois também acabámos por nos despachar a comer porque a seguir tínhamos algo marcado...


E o que é que estava marcado? Um escape room. O último que eu tinha por fazer (no Escape Hunt)!!!


Para terminar em beleza fui com uma amiga ao teatro ver esta peça:


Agora preciso de um fim-de-semana para descansar deste!!!

sábado, 17 de março de 2018

Como é que eu comecei o fim-de-semana?

Estava cansada, sai mais tarde do que o suposto e não tinha nada programada mas, tinha intenções de ir ao teatro (já queria ter ido na 4ª mas, ver uma peça diferente mas, isso acabou por não acontecer).

Foi na 6ª. Fui até ao Tivoli ver a peça "Selfie":


Só está em cena até amanhã então isso também pesou e muito na minha decisão de ir ontem.


A peça é uma reflexão com muito humor de como vivemos obcecados com o telemóvel e as redes sociais. E como depositamos lá muita informação. Chegando ao cúmulo de o nosso telemóvel acabar por ser um equipamento que guarda lá as nossas memórias.


Gostei muito da peça e é engraçado como só dois actores em palco conseguem ter tanta criatividade em palco e fazem tanta coisa com tão pouco....

A peça é um pouco longa mas, isso talvez eu também tenha sentido porque era 6ª-feira (a cansaço acumula-se). E também por isso prescindi de assistir à conversa que os actores têm sempre no final da peça com o público.

De Lisboa segue para o Porto. Se quiserem saber sobre de que se trata, vejam isto

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Peça de teatro «Toda a cidade ardia» - Opinião

No último Sábado, decidi ir ver a peça de teatro «Toda a cidade ardia» no Teatro Aberto uma vez que, só estaria em cena até ao dia seguinte e eu para o dia seguinte já tinha planos.

Aos Sábados, as peças de teatro decorrem à noite e lá fui eu e até tive sorte com a noite que estava agradável mas, o que eu não estava à espera era de que a peça de teatro durasse duas horas e meia mais ou menos. Na minha ignorância, ia a contar com uma hora e meia. Inclusive, na bilheteira tive a sensação de ter ouvido isso mas, estava redondamente enganada! Quando terminou a primeira parte da peça eu só pensei:"Hum... Isto NÃO PODE acabar assim!". E não acabou. Havia toda uma segunda parte à minha espera. AHAHAH

A peça é sobre a Alice Vieira mas, não é esse o nome da personagem principal na peça que até é interpretada por mais que uma actriz sem que isso se torne confuso. No fundo, esta peça é uma história de amor. Ou duas! E eu adorei segui-las. Gostei muito de toda a peça! É verdade que inicialmente não estava mentalizada para uma peça tão grande mas, isso não constituiu problema nenhum! Digamos que, o único problema que eu detectei foi mesmo o facto de tanto tempo sentada e com pouco espaço em volta comecei a sentir-me desconfortável. Mas, isso são outros quinhentos e que em nada está relacionada com a minha opinião sobre esta peça.

Já é, pelo menos, a segunda vez que assisto no Teatro Aberto a peças em que entra a Ana Guiomar e confesso que se antes gostava dela agora gosto ainda mais! Excelente actriz!

Neste momento, posso recomendar-vos que vejam a peça mas, isso não faz sentido nenhum porque ela já não está em cena mas, caso volte a estar não deixem de a ver! 


E não, esta peça em nada está relacionada com incêndios. Eu pensei que sim mas, lá está: fui surpreendida!

domingo, 29 de outubro de 2017

Um dos planos para hoje é...

... ir com uma amiga ver o Musical da Simone no Tivoli.


Será um pouco diferente do que estou habituada mas, as experiências diferentes têm-me mostrado que é bom sair da minha zona de conforto. 

Vamos ver se esta é mais uma experiência positiva que eu tenho.

Bom Domingo!

sábado, 28 de outubro de 2017

Peça de teatro «História do cerco de Lisboa» - Opinião

Esta semana fui ao teatro. Fui ver a peça «História do cerco de Lisboa» que conta a história de um revisor que decide acrescentar um «não» nas provas de um livro de História onde se afirma que os cruzados tinham ajudado os portugueses na conquista de Lisboa aos mouros. 
Quando na editora se apercebem do erro decidem lançar um desafio ao revisor: a escrita de um romance em que os portugueses NÃO tinham sido ajudados pelos cruzados na conquista de Lisboa aos mouros.
A partir daqui, o revisor é visitado em casa por José Saramago, (o actor estava tão bem caracterizado!) autor do livro «História do cerco de Lisboa» e também por algumas personagens.


No meio disto tudo, ainda existe um triângulo amoroso. Um teatro de marionetas de fazer rir as pedras da calçada. E a pergunta que se impõe é a seguinte: será que este revisor consegue virar por um pouco escritor e cumprir o desafio que lhe colocaram?


Gostei muito da peça! E mesmo que não tivesse gostado teria valido a pena ter ido até lá só para olhar para este cenário magnífico, carregadinho de livros. E mesmo durante a própria peça os livros servem muito de adereço. Perfeito para mim!