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domingo, 28 de maio de 2017

My Pedra Dura!

A minha relação com a «Pedra Dura» era de eu nem sequer me aproximar da loja por não achar piada às peças - achava-as adequadas a mulheres mais velhas- e achava que os preços eram altos.


Até que um dia gostei muito de um fio de uma amiga e perguntei-lhe de onde era... Para além desse, ela enumerou outros fios que tinha de lá e aí eu pensei que teria que passar a dar atenção à loja.

E, assim foi, no último Natal da minha avó paterna (o de 2011) eu fui lá comprar um colar lindo (que automaticamente pensei que tinha que voltar lá para comprar um igual para mim) e, desde então vou-me apaixonando por algumas peças de lá e afinal não acho os preços caros. Não sei que clique se deu mas, esta é a situação actual.

A última peça que trouxe de lá foi um anel - que por acaso não é o primeiro desta marca que compro.

É um só anel mas, tem várias voltas.


Enquanto eu estava a olhar para ele na montra uma senhora diz a outra que gosta dele e entra na loja. Pelos vistos não lhe serviu e era o único ouvi eu. Ganhei coragem e entrei na loja com esperança que o único fosse para mim. E pelas fotos já sabem o desfecho desta história.

A parte de tràs do anel é esta:


A parte de tràs é uma grande confusão, não é?

E desse lado qual é o vosso feedback sobre a Pedra Dura?

quarta-feira, 24 de maio de 2017

E de repente passaram 7 meses!

No dia 26 de Outubro a minha vida deu uma volta de 180 graus!!! A volta foi tão grande que mudou COMPLETAMENTE a minha vida durante mais de 2 meses! E por isso mesmo eu sei a data em que isto tudo começou... Mas, hoje tudo acabou e tudo está bem quando acaba bem!

Não me vou alongar muito mais sobre o assunto (porque é algo extremamente pessoal) mas, tinha mesmo que registar o fim desta jornada. Ufa! Eu sei que é algo que vai continuar a estar presente na minha memória mas, acaba da MELHOR forma! :)

terça-feira, 23 de maio de 2017

A #festadocinema hoje continua para mim!

Hoje vou ver o filme "Colossal".

Aqui está a sinopse:

Gloria (Anne Hathaway) deixa Nova York e volta para sua cidade natal após perder o emprego e o noivo. Ao acompanhar as notícias sobre o ataque de um lagarto gigante a Tóquio, ela descobre que está misteriosamente conectada mentalmente ao evento. Para evitar novos casos parecidos e uma eventual destruição total do planeta, Gloria precisa controlar os poderes de sua mente e entender por que sua existência aparentemente insignificante tem tamanha responsabilidade no destino do mundo.



Estava sem ir ao cinema à semanas (meses até, diria) e eis que em 4 dias esta é a terceira vez que vou. Yeah!!!

segunda-feira, 22 de maio de 2017

A #festadocinema já começou!

Hoje começou a LOUCURA! Durante os próximos 3 dias o preço dos bilhetes do cinema terão uma redução de 50% e, por isso, eu hoje fui aproveitar!

E fui ver este filme português:


O filme estreou à pouco tempo (dia 18 de Maio) e está sempre a passar publicidade sobre o mesmo na tv.

Gostei muito!!! Tem intervalo mas, nem se dá pelo tempo passar. Existiram partes do filme que me lembraram o filme «A vida de Pi» e um ou outro relacionado com barcos e alto mar, claro!!!

O resumo do filme é este:

Seis amigos resolvem passar um fim-de-semana a bordo de um luxuoso veleiro. À medida que se vão distanciando da costa, todos se vão sentindo cada vez mais entusiasmados com os dois dias que os esperam. Quando um deles dá um mergulho em alto mar, todos se lhe juntam. Mas, para surpresa geral, ninguém se lembrou de baixar as escadas de acesso ao barco... Se, a princípio, ainda acreditam que, juntando esforços, serão capazes de o escalar, depressa se dão conta de que a única esperança reside em serem encontrados por alguma embarcação que por ali passe. Apesar de cientes dos perigos inerentes às águas do mar, todos sabem que os seus maiores inimigos são o pânico e a exaustão…

domingo, 21 de maio de 2017

Silêncio! Vamos gravar... Som! Câmara! Acção! #40

Ao tempo que não ia ao cinema!!! Mas, andava à semanas com a vontade de ir ver este filme. Então, ontem foi o dia. Foi também a primeira vez que fui ao cinema sozinha. E não era a única. Não me senti nada constrangida. A sala também estava mais vazia que cheia e tinha era muitos grupos de adultos com crianças. É tão delicioso ouvir o riso delas!

Sabia bem que estava perante um filme de animação mas, isso em nada me demoveu de o ir ver. Não me recordo se tinha visto a apresentação do mesmo no cinema ou se tinha visto o trailer mas, uma coisa ou outra já tinha sido à muito tempo pelo que não levava a história 100% presente na minha memória. Por isso mesmo, ao início, pensava que a relutância do Tim em ter um irmão mais novo era porque este tinha sido o elemento perturbador da sua vida como até então a conhecia. Depois, tinha a sensação que o bebé surgia engravatado por outro motivo... Mas, estava enganada e a história puxava mais à imaginação do que eu calculava.


Para terem uma noção, pequenina mas, algum, leiam isto:

«The Boss Baby conta-nos de uma forma hilariante como a chegada de um bebé afeta toda a família, a partir da perspetiva imaginativa e pouco confiável de Tim, uma criança de 7 anos. Com uma mensagem astuta, mas que nos toca ao coração, sobre a importância da família, The Boss Baby da DreamWorks é uma apelativa comédia original para todas as idades.»


Quem também já viu este filme?

sexta-feira, 19 de maio de 2017

'Bora lá começar o fim-de-semana?


Aqui está um cheirinho do que se vai passar em palco:

« Jardim zoológico de vidro foi o primeiro êxito de Tennessee Williams na Broadway. Trata-se de uma peça exemplar, sobretudo quando se pretende ficar a conhecer o modo como o autor traduz as disfunções da sociedade por meio de crises pessoais e familiares. Neste caso, descreve-se a história de Amanda, mãe de Tom e Laura, abandonada pelo marido e empenhada em encontrar um pretendente para a filha aleijada. Tom, por sua vez, é o sustento da mãe e da irmã, mas nos tempos livres escreve poemas nas tampas das caixas de sapatos que vende. À sua maneira, todos perseguem uma vida à medida dos seus sonhos. Helena Simões, no Jornal de Letras, fala de “uma colecção rara e excepcional de quatro actores” e de “uma encenação delicada e inspirada de Jorge Silva Melo”