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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Silêncio! Vamos gravar... Som! Câmara! Acção! #42

Depois das minhas férias no MELHOR sítio do Mundo, hoje retomei uma nova etapa na minha vida... E apeteceu-me ir ao cinema. Fui ver o filme «De braços abertos» porque ao ler o resumo percebi que era algo divertido. E foi! Leiam:

«Um proeminente intelectual francês branco e de esquerda – personagem inspirado em Bernard-Henri Lévy – lança um livro sobre como a sociedade deve ser mais aberta e acolher imigrantes e outras culturas sem preconceitos. A debater o livro na televisão, um oponente de direita desafia-o a fazer isso mesmo: acolher outras culturas na sua própria casa. Ele, a mulher (herdeira de uma fortuna e aspirante a artista) e o filho acolhem assim em casa uma família cigana.
O que se segue é uma comédia cheia de confrontos entre as duas culturas, sem muita profundidade quer no tratamento do tema do racismo e da xenofobia, quer nas piadas em si – há até recurso a técnicas antiquadas como "blackface".»

Foi um momento bem passado. Dá para rir porque aquilo é asneira atrás de asneira mas, ao mesmo tempo mostra alguns problemas com que nos debatemos no dia-a-dia em sociedade. Pode dizer-se que «a brincar, a brincar, dizem-se as verdades.».

Acho que sim, vale a pena pelos minutos que passamos no cinema.


E que filme me sugerem para ir ver da próxima vez que for ao cinema?

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Outfit #141

A primeira vez que usei este outfit gostei muito mas, esqueci-me de o fotografar então noutro dia decidi voltar a usá-lo mas, só depois de tirar as fotos é que me apercebi que da primeira vez não tinha usado este chinelos mas, sim umas sandálias douradas que já por aqui mostrei.

E tinha-o conjugado com a minha mala de praia que mostrei aqui. E também não tinha usado estes brincos mas, relativamente aos brincos não sei quais foram os que usei da primeira vez.


Estes calções azuis são iguais aos verdes que estou a usar neste outfit. 


Confesso que foi algo escolhido em cima da hora na altura mas, até gostei de como resultou. Como esta t-shirt tem muitas cores acabava por usá-la sempre com gangas mas, neste dia, olhei para estes calções e como a t-shirt também tem azul claro achei que ligava bem. O que acham?

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Leituras de 2017 #14

Este livro comprei na Feira do Livro de Lisboa este ano como mostrei neste post.

O título não me atraiu. Só o autor que o ano passado me surpreendeu pela positiva com o livro que comprei na Feira. Mas, no dia em que o comprei, este livro estava como «Livro do Dia» e eu peguei nele para ler a sinopse.

E a sinopse que li foi esta:

«Um dia, no campo de concentração de Bergen Belsen, na Alemanha, Luis Sepúlveda encontrou gravada numa pedra uma frase de autor anónimo que dizia: «Eu estive aqui e ninguém contará a minha história.» Essa frase trouxe-lhe à memória toda uma galeria de personagens excecionais que havia conhecido e cujas histórias mereciam ser contadas. 

Assim nasceu o presente livro, As Rosas de Atacama. «Histórias marginais» (aliás o título da edição original espanhola), e também histórias de marginais, os relatos que compõem esta obra têm todos os ingredientes a que Luis Sepúlveda habituou os seus leitores: a defesa da vida e da dignidade humana, a luta pela justiça, o elogio dos valores ecológicos, o exotismo como afirmação de que os sonhos são os mesmos em todos os lugares da Terra. Como em todos os livros de Sepúlveda, também neste a realidade supera a ficção.»

Sabem o que me convenceu na sinopse? Falar num campo de concentração na Alemanha. Mas, infelizmente o livro não foi por aí... Cada capítulo deste livro tem uma história diferente. Cada história versa sobre uma personagem diferente. Pelo que percebi, cada personagem corresponde a alguém que o Luís Sepúlveda conheceu durante a sua vida.


Concluindo, o livro lê-se bem mas, não agarra o leitor porque cada história é pequena. Mas, dá perfeitamente para ler este livro em paralelo com outro uma vez que não temos que nos lembrar do que já lemos. Dos 4 livros que já li deste autor este é o meu 3º preferido.

Quem aí já leu Luís Sepúlveda? E quais me aconselham para ler a seguir? Deste autor, de momento, não tenho nenhum livro para ler.

domingo, 13 de agosto de 2017

Outra opção...

 ... para uma mala de praia é esta:


Este saco foi uma oferta na Tezenis por causa de uma compra. Existem vários padrões e eu acabei por escolher este. Ainda fiquei indecisa com o dos flamingos mas, o fundo era preto e por isso não gostei muito.

sábado, 12 de agosto de 2017

Madnesse about books...

... is back!!!

Desta vez comprei 4 livros!!!

Este livro faz parte do novo género literário que ando a ler e a adorar: mistérios e policiais. A sinopse dele é esta: «Hannah é uma mulher independente e determinada que não quer seguir os passos da sua mãe amargurada. Mas através de amigos, conhece certo verão, em Nova Iorque, Mark Reilly, e apaixona-se de tal modo que muda de ideias sobre o casamento. Agora vive na sua elegante casa em Londres, com um marido que adora e sente-se feliz. Mas quando ele não regressa de uma viagem de negócios aos EUA e as horas de espera se alongam em dias, Hannah começa a duvidar. Porque é que os colegas do marido acham que ele está em Paris, não NI? Porque não há registos seus no hotel? E quem é esta mulher que lhe anda a telefonar? Hannah começa a investigar a vida do marido e descobre coisas que a fazem duvidar de tudo o que julgava saber sobre ele. Da história de encantar que vive, é levada para um mundo de violência e medo. Mas será que os segredos de Mark se destinam a protegê-lo a ele ou a ela?»

Eu acabo de ler estas sinopses e apetece-me começar a ler o livro IMEDIATAMENTE!!!


Lembram-se deste post? 
Pois, que a autora tem outro livro (acabado de sair) e, uma vez que eu gostei tanto do outro livro TIVE que comprar este. (Segredo: comprei-o sem ler a sinopse. Li a sinopse pela primeira vez quando estava a fazer este post. Quando se confia é assim, não é verdade? Vejam só o meu voto de confiança na autora por causa do outro livro. Reforça a ideia de que o outro é qualquer coisa, não é?)

A sinopse está aqui:« Hoje vai ser diferente! - pensa Eleanor. E, de facto, vai… mas não da maneira que ela imagina. A vida de Eleanor Flood é um caos. Mas ela está decidida a mudar. Hoje vai ser diferente, acredita. Hoje vai tomar duche e vestir roupa elegante. Vai à aula de ioga depois de deixar o filho, Timby, na escola. Vai almoçar com uma amiga. Não vai dizer asneiras. Vai tomar a iniciativa na cama com o marido, Joe. Mas antes de conseguir pôr em prática o seu plano, a realidade obriga-a a travar… a fundo. Pois hoje é o dia em que Timby decide fingir-se doente para ficar com a mãe. É também o dia em que Joe resolve gozar uns dias de férias mas se esquece de avisar Eleanor. E quando parece impossível as coisas piorarem, um antigo colega desencanta uma relíquia do passado, obrigando-a confrontar-se com velhos segredos de família e uma irmã desaparecida.»
 

Este livro não o comprei na Feira do Livro mas, comprei-o agora. (Há um livro da Margarida Rebelo Pinto que eu já li que tem o mesmo título.) E esta capa... Como não reparar nela?

Leiam a sinopse:«Evelyn Beegan está cansada de viver na sombra da alta-sociedade de Manhattan. A mãe, obcecada em pertencer aos círculos “certos”, engendra plano atrás de plano, em vão. Pois embora a família seja bem-sucedida, o seu dinheiro é demasiado novo e as normas sociais são demasiado rígidas: os Beegan podem ser tolerados mas nunca serão verdadeiramente aceites. 
Aos vinte e seis anos, Evelyn quer simplesmente ter uma vida pacata. Mas – ironia das ironias – ao ficar sem emprego, não tem alternativa senão trabalhar para uma rede social da elite. Uma espécie de Facebook exclusivo para multimilionários que a obriga a frequentar o meio snob que tanto queria evitar. A mãe fica (finalmente) orgulhosa. E na roda-viva de bailes, chás e regatas, até mesmo Evelyn acaba por se deixar ofuscar pelo glamour da fina flor nova-iorquina. Mas a ascensão social tem um preço. E ela não tarda a perceber os sacrifícios que terá de fazer para se manter no topo da hierarquia. Agora que chegou tão longe, estará também disposta a arriscar a alma?»

Confesso que neste livro fui influenciada pela capa e pelo facto de a personagem principal ter a minha idade.


E por fim (considero que deixei o melhor para o fim - não que não ache os outros livros bons mas, este sai um pouco da minha zona de conforto no que a livros diz respeito mas, era um livro que me suscitava muita curiosidade e que finalmente posso apreciar).


Desse lado: há opiniões para dar sobre estes livros? Ou sobre outros?

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Aquela Primark...

... dá-me cabo dos planos!

Uma pessoa pensa em poupar seja porque tem um objectivo específico ou só porque sim mas, é inevitável (na maior parte das vezes) sair da Primark de mãos a abanar.

Acho que esta última vez que fui lá foi a vez em que mais dinheiro lá deixei.

Por hoje e para não ser um post de vários metros deixo-vos só com isto:


Mais uma bolsa para este lado mas, eu sou a maluca das bolsas (mesmo!). E esta diz «I am super organised.», pelo menos a desorganização não é por falta de bolsas.

Mais uns brincos, claro - eu também sou a louca dos brincos:


As novas esponjas de silicone que vieram tentar tirar o lugar à beauty blender. Será que tiram?


Mais um fio. Para o Verão são ideais. Se se estragarem também não se chora o dinheiro.


Digam lá que isto não GRITA Verão mesmo sem tendo boca?!


E esta foi só uma parte das compras que por lá fiz.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Dúvidas!

Comprei esta mala (foi MEGA barata) mas, não sei se lhe vou dar uso...


A alça é também creme e dá para colocar ao ombro.