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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Eu vou!


Ainda não decidi o dia mas, EU VOU!!! (Quer dizer, no fundo, no fundo, já sei bem a que dia quero ir!)

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Caiu um relógio do céu...

No outro dia, o meu pai chegou a casa com uma coisa que lhe tinham oferecido.

E, eu quando vi não quis acreditar!

Não era nada mais nada menos do que um belo relógio da GANT:









domingo, 23 de fevereiro de 2014

Livros no Jumbo

Já não é a primeira vez que vou ao Jumbo espreitar o que têm de livros na secção "Oportunidades" e venho de lá com um livro que queria por um óptimo preço!

Na verdade, o livro está com o mesmo preço (4,90 euros) na FNAC e na Bertrand mas, nessas lojas, como o livro não está em destaque os meus olhos não "batem" no mesmo.

(Com a capa de papel)

(Sem a capa de papel)

Sinopse: A versão árabe de "O Sexo e a Cidade"! "As Raparigas de Riade" é uma história ficcionada sobre os amores, sonhos, desilusões de quatro jovens muçulmanas que nos mostra como é a vida “por detrás do véu” das mulheres sauditas. A história é desvendada sobre a forma de e-mails semanais de uma narradora feminina anónima para um público internauta de um grupo de chat. Durante um ano, acompanhamos as vidas de Qamara, Michelle, Sadim e Lamis, na luta pelo amor, pelo sucesso profissional e pela sua rebeldia às tradições ancestrais: Sadim vê-se confrontada com o fim do seu casamento fugaz, pois entre o espaço que medeia o casamento no registo e a oficialização religiosa, cedeu em entregar-se ao marido, o que foi entendido como uma ousadia, nada digna de uma mulher muçulmana. Qamara descobre pouco tempo após o seu casamento, que o desdém de Rajid advém de uma relação que mantém há anos com uma japonesa. O namorado de Michelle abandona-a porque a mãe dela é americana e cede à vontade da família em casar-se com a prima a quem estava prometido. Só Lamis encontra o verdadeiro amor, apenas porque não fechou os olhos aos trâmites sociais. Considerado a versão árabe de "O Sexo e a Cidade", banido no seu país de origem, a publicação deste livro levantou críticas e vozes de apoio numa sociedade assente em regras sociais muito rígidas, onde as mulheres ainda são segregadas, que luta entre o respeito pelos valores tradicionais e o desejo de se tornar uma voz válida e independente.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Da última ida à Primark...

... trouxe isto:

Uma bolsa cor-de-rosa com bolinhas brancas que ADOREI!!! (Não fosse eu fã de cor-de-rosa e bolsinhas. Foi vê-la e morrer de amores por ela.)





Um anel que tive a sensação que já vi à venda na Parfois ou nos dedos de alguém:


Uns brincos que um amigo meu me disse: "Posso dizer-te o que acho destes brincos? Parecem de cigana.". Ao que eu revirei os olhos e disse-lhe: "Está bem. Eu sou uma cigana."


Deste conjunto de 9 pares de brincos não gosto de todos mas, uma vez que o valor que pedem pelos nove é inferior àquele que por vezes outras lojas pedem só por um decidi trazer (após um pouco de indecisão):


Um revirador (?) de pestanas em cor-de-rosa (claro!) e MUITO barato. Já vi o efeito que faz nas pestantas de uma amiga e "Uau!Também quero!".


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Muitas saudades...

... de TUDO isto!

"Before it's too late."

Outro vídeo, este pode chocar (pela negativa!):


Este vídeo é qualquer coisa:

Vejam-no aqui.

Book crossing

Há umas semanas, na biblioteca da minha faculdade vi este livro ao lado da revista «Time Out».

E, por piada, trouxe o livro para usar o título do mesmo para me meter com uma pessoa (que há-de ver isto e depois dizer-me!=P).

O livro estava nas mãos dessa pessoa quando ela me avisa (OBRIGADA!) que este livro tinha uma etiqueta a dizer que faz parte da iniciativa Book Crossing.

Caso não conheçam essa iniciativa, vejam este site.


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Parabéns L.!

Hoje é o TEU dia, old man!!!

25 anos é sinónimo de 1/4 de século!


Não te conheci como estàs na foto (sem o teu sinalinho).

Mas, conheço-te agora e, graças a esse teu sinalinho (e não só) acho-te tão fofinho!!!

<3 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Robocop

No fim-de-semana fui ao IMAX no Colombo ver o Robocop:


Ainda não tinha ido ao IMAX e tinha as expectativas bem elevadas devido às opiniões que já tinha ouvido. Por isso mesmo estava à espera de mais mas não foi nada mau! (Só me apercebia que, como o ecrã era enorme eu tinha que mexer a cabeça para um lado e para o outro como se estivesse a seguir uma partida de ténis.)


Relativamente ao filme em si, gostei do filme. É impressionante ver aquilo que a tecnologia que eventualmente vai existir pode fazer (para o bem e para o mal), o bom senso vai continuar a ser muito importante! E, pelos vistos, programas sensacionalistas e que só mostram aquilo que querem vão continuar a existir...

Enfim... má, má é a parte humana do filme. A parte em que o Alex deixa de ter sentimentos, a mulher e o filho deixam de o ver e sofrem! 

O filme não teve intervalo mas, na minha opinião também não precisa. Fiquei surpreendida foi quando chegou o fim. Não estava à espera que fosse acabar "logo" ali.


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Pleonasmo

Todos os portugueses (ou quase todos) sofrem de “pleonasmite”, uma doença congénita para a qual não se conhecem nem vacinas nem antibióticos. Não tem cura, mas também não mata. Mas, quando não é controlada, chateia (e bastante) quem convive com o paciente.
O sintoma desta doença é a verbalização de pleonasmos (ou redundâncias) que, com o objectivo de reforçar uma ideia, acabam por lhe conferir um sentido quase sempre patético.
Definição confusa? Aqui vão quatro exemplos óbvios: “Subir para cima”,“descer para baixo”“entrar para dentro” e “sair para fora”.
Já se reconhece como paciente de pleonasmite? Ou ainda está em fase de negação? Olhe que há muita gente que leva uma vida a pleonasmar sem se aperceber que pleonasma a toda a hora.
Vai dizer-me que nunca “recordou o passado”? Ou que nunca está atento aos “pequenos detalhes”? E que nunca partiu uma laranja em“metades iguais”? Ou que nunca deu os “sentidos pêsames” à “viúva do falecido”?
Atenção que o que estou a dizer não é apenas a minha “opinião pessoal”. Baseio-me em “factos reais” para lhe dar este “aviso prévio”de que esta “doença má” atinge “todos sem excepção”.
O contágio da pleonasmite ocorre em qualquer lado. Na rua, há lojas que o aliciam com “ofertas gratuitas”. E agências de viagens que anunciam férias em “cidades do mundo”. No local de trabalho, o seu chefe pede-lhe um “acabamento final” naquele projeto. Tudo para evitar “surpresas inesperadas” por parte do cliente. E quando tem uma discussão mais acesa com a sua cara metade, diga lá que às vezes não tem vontade de “gritar alto”“Cala a boca!”?
O que vale é que depois fazem as pazes e vão ao cinema ver aquele filme que “estreia pela primeira vez” em Portugal.
E se pensa que por estar fechado em casa ficará a salvo da pleonasmite, tenho más notícias para si. Porque a televisão é, de “certeza absoluta”, a“principal protagonista” da propagação deste vírus.
Logo à noite, experimente ligar o telejornal e “verá com os seus próprios olhos” a pleonasmite em direto no pequeno ecrã. Um jornalista vai dizer que a floresta “arde em chamas”. Um treinador de futebol queixar-se-á dos “elos de ligação” entre a defesa e o ataque. Um “governante”dirá que gere bem o “erário público”. Um ministro anunciará o reforço das “relações bilaterais entre dois países”. E um qualquer “político da nação” vai pedir um “consenso geral” para sairmos juntos desta crise.
E por falar em crise! Quer apostar que a próxima manifestação vai juntar uma “multidão de pessoas”?
Ao contrário de outras doenças, a pleonasmite não causa “dores desconfortáveis” nem hemorragias de sangue”. E por isso podemos“viver a vida” com um “sorriso nos lábios”. Porque um Angolano a pleonasmar, está nas suas sete quintas. Ou, em termos mais técnicos, no seu “habitat natural”.
Mas como lhe disse no início, o descontrolo da pleonasmite pode ser chato para os que o rodeiam e nocivo para a sua reputação. Os outros podem vê-lo como um redundante que só diz banalidades. Por isso, tente cortar aqui e ali um e outro pleonasmo. Vai ver que não custa nada. E “já agora” siga o meu conselho: não “adie para depois” e comece ainda hoje a “encarar de frente” a pleonasmite!
Ou então esqueça este texto. Porque afinal de contas eu posso estar só“maluco da cabeça”.
 
 Autor desconhecido
 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

«The Wolf of Wall Street»

 
 
Depois de ver este filme já "só" me faltam ver os outros 8 nomeados na categoria de "Melhor Filme" para os Óscares. [ «Golpada Americana», «Capitão Phillips», «O Clube de Dallas», «Gravidade», «Her-Uma História de Amor», «Nebraska», «Filomena» e «12 anos escravo». ]
 
Bem, mas, retomando, vejam o trailer deste filme aqui.
 
Apesar de ter ouvido e lido comentários sobre o facto de o filme demorar 3 horas e não terem gostado nada eu não desgostei. Fiquei com muito MAIS curiosidade sobre como funciona o mundo das acções e aqueles negócios em Wall Street (mas sem a parte da corrupção!).
 
 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

«Sundays at Tiffany's»

No fim-de-semana, vi este filme:
 


Para mim, o filme dividiu-se nas seguintes partes: começou de uma maneira muito gira (os dois pequeninos), depois cresceram e tudo perdeu a piada e, depois disso, torna-se numa comédia romântica e cai no cliché.

Mas pronto, estava uma tarde desagradável na rua (parecia-me pela janela que eu nem pus os pés fora de casa) e eu estava numa de ver tv.

Sem dúvida, que gostei muito do início do filme. E, uma das partes mais bonitas foi esta:

 
 
 
Ohhh! <3

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Livros lidos em 2014 #1

 
Este foi o 1º livro lido em 2014 (e o primeiro de MUITOS, assim espero!).
 
Foi-me oferecido no Natal mas, era um livro que eu já conhecia desde um Verão qualquer (que agora não me recordo do ano).
 
Lembro-me perfeitamente da primeira vez que vi este livro, vinha da praia e passei por uma feira do livro e este livro chamou-me a atenção. Peguei nele e li a sinopse e achei uma história original. Lembro-me que fiquei uns tempos com a ideia na cabeça mas depois passou-me e nunca mais me lembrei do livro. Mais tarde, vi o livro de novo e mentalmente coloquei-o na minha lista de livros a ler/adquirir.
 
O ano passado, depois do Natal, na mesma feira do livro (mas desta vez noutro local) encontrei o livro muito barato e foi-me oferecido (em conjunto com outro livro) como prenda de Natal (atrasada).
 
Relativamente à história do livro, a sinopse é esta:
 
" Jonell apaixonou-se por um colar de diamantes que, contudo, era demasiado caro. E teve então uma ideia que iria mudar a sua vida. Porque não comprar o colar com a ajuda de amigas e partilhá-lo? Assim começou uma aventura, uma história real, que apaixonou a América. Treze mulheres, das mais diferentes idades e profissões, uniram-se em torno de uma jóia e desde então vivem em contacto umas com as outras. De 28 em 28 dias encontram-se, passam o colar, conversam, partilham receitas, histórias de vida, amores e traições. Todas descobriram que a amizade e a partilha valem muito mais do que qualquer diamante. "
 
A minha opinião é que este é um livro de leitura fácil. Está escrito de uma forma bastante acessível e está dividido por capítulos sendo que, cada capítulo corresponde a uma das 13 mulheres que compraram o colar e o último capítulo fala da experiência em si.
 
Através dos capítulos ficamos a conhecer muito bem a vida daquela mulher e tudo o que ela pensa e sente em relação ao "Jewelia", o colar de diamantes em causa.
 
Uma das coisas mais engraçadas desta história toda é que é uma história verídica. Ou seja, algures nos E.U.A., bem, depois de ler o livro já não faz sentido escrever algures mas, sim especificar: em Ventura, ocorreu mesmo a compra de um colar de diamantes por parte de 13 mulheres.
 
Que grande aventura! Cada uma acabou por gastar 1000 euros (depois de negociarem com os vendedores) para "ter" um colar de diamantes. 
 


domingo, 9 de fevereiro de 2014

Where to go in Lisbon?

Aqui fica uma lista bem interessante!

Com um pequeno reparo:

o número 3 da parte "Where to get some culture" é em Almada e não em Lisboa!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Com 4 letrinhas apenas...

... se escreve a palavra:


E, depois de comprar as minhas letras vi uma página no facebook de uma empresa que faz isto:


Que giro!!!
 
P.S.: AHAHAHAH Só agr me apercecbi que o "S" do meu nome está virado ao contrário. x)