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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Prenda de anos (atrasada) !

No outro dia, recebi esta linda conta da Pandora:


(A das flores.)

É bem parecida com uma outra que tenho mas, mesmo assim lembro-me de a cobiçar no site e nos catálogos da Pandora que por vezes vejo.

O mais engraçado disto tudo é que as pessoas que me deram esta conta não têm conhecimento disso.

Google

Vão ao site da g<3<3gle e vejam o jogo que lá está.

Bem engraçado!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Pleonasmo

Todos os portugueses (ou quase todos) sofrem de “pleonasmite”, uma doença congénita para a qual não se conhecem nem vacinas nem antibióticos. Não tem cura, mas também não mata. Mas, quando não é controlada, chateia (e bastante) quem convive com o paciente.
O sintoma desta doença é a verbalização de pleonasmos (ou redundâncias) que, com o objectivo de reforçar uma ideia, acabam por lhe conferir um sentido quase sempre patético.
Definição confusa? Aqui vão quatro exemplos óbvios: “Subir para cima”,“descer para baixo”, “entrar para dentro” e “sair para fora”.
Já se reconhece como paciente de pleonasmite? Ou ainda está em fase de negação? Olhe que há muita gente que leva uma vida a pleonasmar sem se aperceber que pleonasma a toda a hora.
Vai dizer-me que nunca “recordou o passado”? Ou que nunca está atento aos “pequenos detalhes”? E que nunca partiu uma laranja em“metades iguais”? Ou que nunca deu os “sentidos pêsames” à “viúva do falecido”?
Atenção que o que estou a dizer não é apenas a minha “opinião pessoal”. Baseio-me em “factos reais” para lhe dar este “aviso prévio”de que esta “doença má” atinge “todos sem excepção”.
O contágio da pleonasmite ocorre em qualquer lado. Na rua, há lojas que o aliciam com “ofertas gratuitas”. E agências de viagens que anunciam férias em “cidades do mundo”. No local de trabalho, o seu chefe pede-lhe um “acabamento final” naquele projeto. Tudo para evitar “surpresas inesperadas” por parte do cliente. E quando tem uma discussão mais acesa com a sua cara metade, diga lá que às vezes não tem vontade de “gritar alto”: “Cala a boca!”?
O que vale é que depois fazem as pazes e vão ao cinema ver aquele filme que “estreia pela primeira vez” em Portugal.
E se pensa que por estar fechado em casa ficará a salvo da pleonasmite, tenho más notícias para si. Porque a televisão é, de “certeza absoluta”, a“principal protagonista” da propagação deste vírus.
Logo à noite, experimente ligar o telejornal e “verá com os seus próprios olhos” a pleonasmite em direto no pequeno ecrã. Um jornalista vai dizer que a floresta “arde em chamas”. Um treinador de futebol queixar-se-á dos “elos de ligação” entre a defesa e o ataque. Um “governante”dirá que gere bem o “erário público”. Um ministro anunciará o reforço das “relações bilaterais entre dois países”. E um qualquer “político da nação” vai pedir um “consenso geral” para sairmos juntos desta crise.
E por falar em crise! Quer apostar que a próxima manifestação vai juntar uma “multidão de pessoas”?
Ao contrário de outras doenças, a pleonasmite não causa “dores desconfortáveis” nem “hemorragias de sangue”. E por isso podemos“viver a vida” com um “sorriso nos lábios”. Porque um Angolano a pleonasmar, está nas suas sete quintas. Ou, em termos mais técnicos, no seu “habitat natural”.
Mas como lhe disse no início, o descontrolo da pleonasmite pode ser chato para os que o rodeiam e nocivo para a sua reputação. Os outros podem vê-lo como um redundante que só diz banalidades. Por isso, tente cortar aqui e ali um e outro pleonasmo. Vai ver que não custa nada. E “já agora” siga o meu conselho: não “adie para depois” e comece ainda hoje a “encarar de frente” a pleonasmite!
Ou então esqueça este texto. Porque afinal de contas eu posso estar só“maluco da cabeça”.
 
 Autor desconhecido
 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

«The Wolf of Wall Street»

 
 
Depois de ver este filme já "só" me faltam ver os outros 8 nomeados na categoria de "Melhor Filme" para os Óscares. [ «Golpada Americana», «Capitão Phillips», «O Clube de Dallas», «Gravidade», «Her-Uma História de Amor», «Nebraska», «Filomena» e «12 anos escravo». ]
 
Bem, mas, retomando, vejam o trailer deste filme aqui.
 
Apesar de ter ouvido e lido comentários sobre o facto de o filme demorar 3 horas e não terem gostado nada eu não desgostei. Fiquei com muito MAIS curiosidade sobre como funciona o mundo das acções e aqueles negócios em Wall Street (mas sem a parte da corrupção!).
 
 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

«Sundays at Tiffany's»

No fim-de-semana, vi este filme:
 


Para mim, o filme dividiu-se nas seguintes partes: começou de uma maneira muito gira (os dois pequeninos), depois cresceram e tudo perdeu a piada e, depois disso, torna-se numa comédia romântica e cai no cliché.

Mas pronto, estava uma tarde desagradável na rua (parecia-me pela janela que eu nem pus os pés fora de casa) e eu estava numa de ver tv.

Sem dúvida, que gostei muito do início do filme. E, uma das partes mais bonitas foi esta:

 
 
 
Ohhh! <3

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Livros lidos em 2014 #1

 
Este foi o 1º livro lido em 2014 (e o primeiro de MUITOS, assim espero!).
 
Foi-me oferecido no Natal mas, era um livro que eu já conhecia desde um Verão qualquer (que agora não me recordo do ano).
 
Lembro-me perfeitamente da primeira vez que vi este livro, vinha da praia e passei por uma feira do livro e este livro chamou-me a atenção. Peguei nele e li a sinopse e achei uma história original. Lembro-me que fiquei uns tempos com a ideia na cabeça mas depois passou-me e nunca mais me lembrei do livro. Mais tarde, vi o livro de novo e mentalmente coloquei-o na minha lista de livros a ler/adquirir.
 
O ano passado, depois do Natal, na mesma feira do livro (mas desta vez noutro local) encontrei o livro muito barato e foi-me oferecido (em conjunto com outro livro) como prenda de Natal (atrasada).
 
Relativamente à história do livro, a sinopse é esta:
 
" Jonell apaixonou-se por um colar de diamantes que, contudo, era demasiado caro. E teve então uma ideia que iria mudar a sua vida. Porque não comprar o colar com a ajuda de amigas e partilhá-lo? Assim começou uma aventura, uma história real, que apaixonou a América. Treze mulheres, das mais diferentes idades e profissões, uniram-se em torno de uma jóia e desde então vivem em contacto umas com as outras. De 28 em 28 dias encontram-se, passam o colar, conversam, partilham receitas, histórias de vida, amores e traições. Todas descobriram que a amizade e a partilha valem muito mais do que qualquer diamante. "
 
A minha opinião é que este é um livro de leitura fácil. Está escrito de uma forma bastante acessível e está dividido por capítulos sendo que, cada capítulo corresponde a uma das 13 mulheres que compraram o colar e o último capítulo fala da experiência em si.
 
Através dos capítulos ficamos a conhecer muito bem a vida daquela mulher e tudo o que ela pensa e sente em relação ao "Jewelia", o colar de diamantes em causa.
 
Uma das coisas mais engraçadas desta história toda é que é uma história verídica. Ou seja, algures nos E.U.A., bem, depois de ler o livro já não faz sentido escrever algures mas, sim especificar: em Ventura, ocorreu mesmo a compra de um colar de diamantes por parte de 13 mulheres.
 
Que grande aventura! Cada uma acabou por gastar 1000 euros (depois de negociarem com os vendedores) para "ter" um colar de diamantes. 
 


domingo, 9 de fevereiro de 2014

Where to go in Lisbon?

Aqui fica uma lista bem interessante!

Com um pequeno reparo:

o número 3 da parte "Where to get some culture" é em Almada e não em Lisboa!