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quinta-feira, 6 de abril de 2017
Eu gosto da Visão!
E ainda gosto mais quando ela vem com um livro!
Já é o 4º livro desta colecção. Eu só tenho os 3 últimos mas, também já li a história do primeiro por isso não tenho intenções de o comprar só para a colecção ficar completa.
Se bem que as capas desta colecção não me deixam indiferentes!!!
quarta-feira, 5 de abril de 2017
Promoções de Primavera?
No fim-de-semana passado a FNAC online fez promoções (se eram de Primavera ou não, sinceramente não sei). E eu aproveitei! Eram promoções em todos os livros (fossem mais ou menos recentes). E não era só num número limitado de artigos seleccionados por eles. A loucura! Mas, quando eu acedi ao site, nessa semana, já tinha feito outras duas encomendas de livros. Por isso fui contida com esta encomenda e só comprei 2 livros.
E sabem quais foram? Um deles foi um livro que comecei a ver fotos dele recentemente no instagram. Inclusivé, nunca o tinha visto ao vivo até a minha encomenda chegar. E o livro foi lançado o mês passado! Ou seja, comprar um livro recente em primeiro mão com desconto e sem defeitos é algo raro.
O livro a que me estou a referir é este:
E nunca, nunca, nunca me vou contentar com menos do que isso. Neste livro cada Capítulo corresponde a uma história. Poderia dizer-vos que são ficcionais, mas não são. Se são 100% reais? Também não. Porque, por vezes, fantasiar um pouquinho aquilo que vivemos torna-nos mais felizes.» Helena acredita no amor, apesar das relações fast-food que muitas vezes sente na pele.
Enquanto homens como o Sem Cojones, o Flash, o Velho, o Poeta ou o Telecomunicações vão passando pela sua vida sem deixar nada para contar a não ser histórias caricatas e, por vezes, inverosímeis, Helena continua à procura sem se deixar cair na tentação de se acomodar. Ao seu lado as suas amigas Beatriz, Olívia e Laura também vivem relações marcadas pela traição ou pelo abandono, mas sempre com a ideia de que um dia o «Mr. Right» vai aparecer. A jornalista Helena Magalhães, num registo irónico e actual, apresenta-nos um livro que nos faz reflectir sobre as relações amorosas nos dias de hoje em que as redes sociais marcam o ritmo e as juras de amor são feitas por Whatsapp, os «amo-te» vêm em forma de fotografia pelo Instagram ou que os ex-namorados e as ex-namoradas dos ex-namorados convivem alegremente no Facebook, assistindo à nossa vida como se de uma novela se tratasse.
Porque o amor é mais do que isto e há que dizer «não» até que a vida nos dê a entender que chegou o momento de dizer «sim». Um «sim» apaixonado, confiante e absoluto.»
O outro livro que eu não conhecia e que só passei a conhecer quando estava no site da FNAC e ele me apareceu tem o título de «Aqui entre nós» e aquilo que realmente me cativou foi esta MARAVILHOSA capa:
Não lhe ocorreu, todavia, que a fiel Bea pudesse ter outras intenções. Além disso, a farsa parece ter ganho vida própria e, de repente, Tamsin dá por si enredada numa grande teia de mentiras. Consumida por sentimentos de culpa, Tamsin encontra-se perante uma situação delicada: conseguirá ela contar a verdade a Michelle sem arruinar a vida de todos?
Segredos, manipulação e traições: Aqui Entre Nós é uma comédia de enganos que nos leva a refletir sobre a grande questão: existe alguém em quem possamos verdadeiramente confiar?».
Ainda tenho o meu livrinho para ler mas, depois tenho aqui dois livros que me parecem bons companheiros. Espero que se mostrem duas boas compras!
E sabem quais foram? Um deles foi um livro que comecei a ver fotos dele recentemente no instagram. Inclusivé, nunca o tinha visto ao vivo até a minha encomenda chegar. E o livro foi lançado o mês passado! Ou seja, comprar um livro recente em primeiro mão com desconto e sem defeitos é algo raro.
O livro a que me estou a referir é este:
Achei o título irreverente. E a capa é nos mesmos moldes. Um livro relacionado com o amor e que tem a seguinte sinopse:
«Conheço muitas mulheres que escolhem ficar em relações de merda porque é muito mais fácil viver assim do que enfrentar o mundo sozinhas. Do que terem de continuar a procurar. Talvez essas relações só sejam de merda aos meus olhos. Talvez, para elas, sejam exactamente aquilo que procuram. Mas eu não nasci para isso. Nasci para amar (e ser amada) profundamente. Vou continuar a procurar, mesmo que continue a cair de cabeça no chão. Vou sempre dizer sim ao amor. Às borboletas no estômago. Às pernas a tremer. Quero viver todas as sensações que o amor me puder oferecer.
E nunca, nunca, nunca me vou contentar com menos do que isso. Neste livro cada Capítulo corresponde a uma história. Poderia dizer-vos que são ficcionais, mas não são. Se são 100% reais? Também não. Porque, por vezes, fantasiar um pouquinho aquilo que vivemos torna-nos mais felizes.» Helena acredita no amor, apesar das relações fast-food que muitas vezes sente na pele.
Enquanto homens como o Sem Cojones, o Flash, o Velho, o Poeta ou o Telecomunicações vão passando pela sua vida sem deixar nada para contar a não ser histórias caricatas e, por vezes, inverosímeis, Helena continua à procura sem se deixar cair na tentação de se acomodar. Ao seu lado as suas amigas Beatriz, Olívia e Laura também vivem relações marcadas pela traição ou pelo abandono, mas sempre com a ideia de que um dia o «Mr. Right» vai aparecer. A jornalista Helena Magalhães, num registo irónico e actual, apresenta-nos um livro que nos faz reflectir sobre as relações amorosas nos dias de hoje em que as redes sociais marcam o ritmo e as juras de amor são feitas por Whatsapp, os «amo-te» vêm em forma de fotografia pelo Instagram ou que os ex-namorados e as ex-namoradas dos ex-namorados convivem alegremente no Facebook, assistindo à nossa vida como se de uma novela se tratasse.
Porque o amor é mais do que isto e há que dizer «não» até que a vida nos dê a entender que chegou o momento de dizer «sim». Um «sim» apaixonado, confiante e absoluto.»
O outro livro que eu não conhecia e que só passei a conhecer quando estava no site da FNAC e ele me apareceu tem o título de «Aqui entre nós» e aquilo que realmente me cativou foi esta MARAVILHOSA capa:
A história também me cativou e acho que por me fazer lembrar muito os livros de Dorothy Koomson. A sinopse é esta:
«Desde sempre que Tamsin e Michelle são inseparáveis. Claro que Tamsin quer o melhor para a amiga. Quando lhe chega aos ouvidos o boato de que Patrick, o marido de Michelle, lhe é infiel, ela põe em prática um plano ousado: utiliza a sua assistente, Bea, como engodo, para ver o que acontece…
Não lhe ocorreu, todavia, que a fiel Bea pudesse ter outras intenções. Além disso, a farsa parece ter ganho vida própria e, de repente, Tamsin dá por si enredada numa grande teia de mentiras. Consumida por sentimentos de culpa, Tamsin encontra-se perante uma situação delicada: conseguirá ela contar a verdade a Michelle sem arruinar a vida de todos?
Segredos, manipulação e traições: Aqui Entre Nós é uma comédia de enganos que nos leva a refletir sobre a grande questão: existe alguém em quem possamos verdadeiramente confiar?».
Ainda tenho o meu livrinho para ler mas, depois tenho aqui dois livros que me parecem bons companheiros. Espero que se mostrem duas boas compras!
terça-feira, 4 de abril de 2017
É FINALMENTE esta noite!!!
Não fui ao último concerto que ele deu em Portugal mas, desta vez, não queria MESMO que isso acontecesse e por isso:
Aqui vou eu em modo concerto só para meninas! Seremos as FANTASTIC FOUR (duas que vão à segunda dose de Bruno Mars em Portugal e outras duas que quase falhavam o segundo concerto dele em Portugal).
ADENDA: Acabámos por ser as fantastic 5!
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Silêncio! Vamos gravar... Som! Câmara! Acção! #39
Este fim-de-semana, a SIC decidiu passar um filme que entretém mas, que não é assim nada de especial. Não interessa! A mim, pelo menos, despertou-me interesse e vi-o.
O filme de que estou a falar é este:
O filme de que estou a falar é este:
«Não há duas sem três»
Ora bem, a história é esta: começamos por seguir a vida de um casal que está casado. (AHAHAH Mas, esta parte é importante!) De seguida, passamos a seguir um casal de namorados? E o que têm eles em comum? O homem.
Ah pois! O marido engana a mulher. Já não me lembro como (e vi o filme à dias) elas descobrem e passam a encontrar-se com uma frequência maior do que a que seria expectável. Na verdade, é a mulher enganada que força mais do que uma vez estes encontros. Ok, elas acabam por concordar em traçar um plano de vingança! Entretanto, aparece o irmão da mulher enganada que começa a interessar à ex-amante e vice-versa... Já estão a perceber, não é? Enquanto o plano de vingança das duas mulheres decorre elas descobrem uma segunda amante e vai de lhe contar que ela também está a ser enganada e de repente, passa de um plano de vingança de duas para três mulheres.
Uma amizade improvável mas, que acaba por acontecer! E, no meio disto tudo, o que tem piada é que destas três mulheres, as solteiras, acabam por arranjar namorados!
É um filme que se vê sem nos aborrecer mas, que tem partes surreais apesar de a história não ser fruto completo da imaginação!
domingo, 2 de abril de 2017
Planos para Domingo!
A peça que eu escolhi ir ver hoje é esta:
Levado a cena pela primeira vez em outubro de 2014, Dois Homens Completamente Nus, no original Deux Hommes Tout Nus, é da autoria do dramaturgo, humorista e actor Sébastien Thiéry, e valeu-lhe a nomeação de melhor dramaturgo aos Moliére – Prémios de referência do teatro Francês – em 2015. O espectáculo foi um sucesso junto da crítica e do público em França e chega agora a Portugal, sob a direcção de Tiago Guedes e com Miguel Guilherme e Jorge Mourato na pele destes dois homens confusos e completamente… Nus.»
« Dois homens completamente nús»
Este é o resumo que está disponível sobre a peça:
« André Chaves (Miguel Guilherme) é um homem sério, de conduta irrepreensível e reputação imaculada: advogado conceituado, marido fiel, pai de dois filhos. Daí a sua total incredulidade quando, certo dia, acorda nu na sua sala de estar, deitado ao lado de outro homem (Jorge Mourato), também ele nu, sendo o último um dos associados da firma de advogados onde trabalha há anos. Saídos de uma espécie de blackout, ambos têm dificuldade em perceber o que aconteceu e nenhum consegue arranjar uma explicação para o sucedido, tampouco lembrar-se do que os poderá ter levado ali. O transtorno aumenta com a entrada em cena da mulher de Chaves (Sandra Faleiro). Perante a total incapacidade de justificar e compreender a sua presente situação, André Chaves vai inventar tudo para tentar salvar o seu casamento e para provar uma verdade que ele próprio não sabe qual é.
Levado a cena pela primeira vez em outubro de 2014, Dois Homens Completamente Nus, no original Deux Hommes Tout Nus, é da autoria do dramaturgo, humorista e actor Sébastien Thiéry, e valeu-lhe a nomeação de melhor dramaturgo aos Moliére – Prémios de referência do teatro Francês – em 2015. O espectáculo foi um sucesso junto da crítica e do público em França e chega agora a Portugal, sob a direcção de Tiago Guedes e com Miguel Guilherme e Jorge Mourato na pele destes dois homens confusos e completamente… Nus.»
No outro dia, quando fui assistir à peça «Tenho um Mariachi debaixo da cama» vi os dois actores sair do teatro e tinham estado a representar esta peça. Entretanto, já vi um vídeo onde dá para ver um mini-excerto da peça. Vamos ver o que sairá dali amanhã!
sábado, 1 de abril de 2017
No último fim-de-semana vi 2 peças!
No Sábado, à noite fui ver:
Esta peça só está em exibição neste horário e na altura em que comprei o bilhete, esta era a última sessão mas, não sei se entretanto haverá mais sessões...
São 3 actores nada conhecidos que estão à frente desta peça. Conseguiram fazer-me rir (não em todas as situações) e conseguiram também que eu não olhasse para o relógio durante a peça. Mais, nunca me deu o sono durante a mesma (o horário poderia ajudar a que isso acontecesse).
Logo o início nos faz rir (a voz off que nos relembra que devemos desligar o telemóvel). E todas as histórias, com as diferentes personagens nesta peça são a puxar para a gargalhada.
No Domingo, fui também à última sessão de «Vanya, Sonia, Masha e Spike»:
Uma peça muito gira! Gostei mais do que esperava. Novamente, nem dei pelo tempo passar (mesmo a peça tendo duas partes separadas por um intervalo). Uma história central mas, que acaba por ir de encontro a outros histórias e com as quais nos podemos rever.
A única coisa que não gostei nem foram aspectos relacionados com a peça mas, sim com o público: desde várias peças a terem os telemóveis com som e a tocar várias vezes durante a peça (fazendo o actor Heitor Lourenço parar a peça) - quer dizer, todos nos podemos esquecer de tirar o som/desligar o telemóvel mas, somos lembrados disso no início da peça e além disso com tantos telemóveis que tocaram a pessoa quando os ouve não se lembra que o seu telemóvel também está com som? E não se apressa a tirar o som ou desligá-lo quando se apercebe que é o seu telemóvel que está a tocar?
A outra situação foi uma senhora que estava perto de mim estar a fazer comentários sobre a peça em voz alta. Comentários descabidos e que não acrescentavam nada. Será que não tinha a noção que estava a falar alto? Não sabe que ir ao teatro não é igual a estar em casa a ver tv e fazer comentários?
Já tenho mais peças debaixo de olho! Uma delas é também no Teatro Armando Cortez. É a peça «39 graus».
Hoje não fui ao teatro mas, amanhã já mudo isso!
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