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terça-feira, 15 de julho de 2014

Livros lidos em 2014 #8

Comprado o mês passado, como mostrei aqui estava desde essa altura em pulgas para o ler!

Já li todos os outros livros da autora e cada vez gosto mais da sua escrita! Tinha quase a certeza que este novo livro não me ia desiludir! O problema é que quando o comprei estava a ler outro livro e quando acabei esse achei melhor não pegar neste porque normalmente fico viciada nas histórias da autora e acabo por querer ler um bocadinho mais em todos os bocadinhos que tenho e, na altura em que estava, mais ou menos a duas semanas de entregar o trabalho, sabia que me tinha que focar no mesmo e o tempo que me restava devia ser aproveitado para descansar. Como tal, andei uns 2 dias a ler revistas no metro quando ia para a faculdade até que percebi que isso não podia continuar porque ler livros distraía-me e fazia-me bem e ler revistas não tinha o mesmo efeito. Pelo que, cedi e lá fui eu à estante buscá-lo!


Sinopse:

«Procuro a combinação perfeita de aromas; o sabor que eras tu. Se o encontrar, sei que voltarás para mim.
Passaram-se 18 meses desde a morte de Joel, o marido de Saffron, e o culpado nunca foi descoberto. 
Agora, fazendo os possíveis para lidar com a perda, Saffron decide terminar Os Aromas do Amor, o livro de receitas que Joel tinha começado a escrever antes da sua trágica morte. 
Quando, finalmente, tudo parece ter voltado à normalidade, a filha de 14 anos de Saffron faz uma revelação chocante que abala a relação entre ambas. E, ao mesmo tempo, cartas misteriosas lançam uma nova luz sobre a morte de Joel.
Será um grande amor capaz de sobreviver à maior das perdas?»

E, aqui têm um excerto do livro: http://recursos.portoeditora.pt/recurso?id=9655047

Na minha opinião, a sinopse não faz jus ao livro... Caso tivesse sido eu a escrevê-la alterava-lhe umas partes de forma a torná-la mais misteriosa porque a história é bastante e isso viciou-me uma vez que, a curiosidade para descobrir que é o assassino do Joel era enorme!

Um aspecto que não apreciei foi o facto de se falar muito em culinária mas, isso era algo que eu já estava à espera uma vez que, o Joel era um apaixonado pela cozinha. 
Dois aspectos que gostei foram, por exemplo, o facto de ocorrerem com frequência reviravoltas na história e o mistério não em volta do assassino mas, à volta de outro assunto...

segunda-feira, 14 de julho de 2014

«No Limite do amanhã»


Resumo:

Numa terrível época de guerra e terror, o planeta Terra foi invadido por uma raça alienígena. Apesar das inúmeras tentativas de defesa, parece que nenhuma força militar é capaz de lhe fazer frente. Os humanos encontram-se à beira da extinção. Bill Cage pertence a um grupo de homens enviado numa missão internacional de extrema importância. Sem equipamento nem treino apropriado, ele depressa acaba morto pelo inimigo. Contudo, no momento da sua morte, leva consigo um ser extraterrestre. Esse contacto transporta-o para uma misteriosa dimensão temporal que o faz morrer e ressuscitar no mesmo dia, uma e outra vez. E sempre que regressa à vida traz consigo os conhecimentos acumulados, o que o torna mais forte e letal a cada dia que passa. É então que conhece Rita Vrataski, uma das mais experientes e corajosas combatentes das Forças Especiais da Terra, que decide aproveitar esse seu poder e treiná-lo. Conscientes do peso de cada acção e das suas consequências, Cage e Rita assumem assim a mais relevante luta contra os invasores, fazendo de cada dia e de cada batalha uma nova oportunidade de encontrar a forma de destruição do inimigo e, por conseguinte, de salvação da Humanidade.


Fui ver o filme no IMAX 3D e tivemos que usar uns óculos que os meus amigos disseram que parecíamos todos o Anselmo Ralph...

Não fui eu que escolhi o filme e não fazia a mais pequena ideia ao que ia. Não tinha lido nada, nem tinha conhecimento da existência do filme. Nos últimos dias, ele tem-me "acompanhado" às refeições uma vez que agora existe publicidade ao mesmo na cantina da faculdade.

No início, o filme fez-me lembrar o Robocop (que também vi no IMAX e sobre o qual escrevi aqui) porque a ideia que passaram foi semelhante: passa-se no futuro e a Terra está a ser invadida e nessa luta pela segurança entram humanos e (espécies de) robots.

Um aspecto negativo do filme foi, logo o início. Isto porquê? Porque o início "caiu-nos" logo ali no colo, sem uma contextualização, que eu acho que era necessária.

Mas concluindo: é um daqueles filmes que eu duvido que por minha iniciativa fosse ver e, depois de o ver, não achei o dinheiro mal empregue! 
A parte mais engraçada é que, mesmo neste filme, consegue haver ali uma parte de romance (que eu aposto que os meus amigos não estavam a contar!) e, assim o filme consegue fazer também o meu género!


domingo, 13 de julho de 2014

Livros lidos em 2014 #7


(Acabado de ler ainda no mês de Junho e antes do período non-stop de fazer o trabalho de grupo da faculdade e, por isso, só surge agora aqui.)

Sinopse

«As Raparigas de Riade é uma história ficcionada sobre os amores, sonhos, desilusões de quatro jovens muçulmanas que nos mostra como é a vida "por detrás do véu" das mulheres sauditas. A história é desvendada sobre a forma de e-mails semanais de uma narradora feminina anónima para um público internauta de um grupo de chat. Durante um ano, acompanhamos as vidas de Qamara, Michelle, Sadim e Lamis, na luta pelo amor, pelo sucesso profissional e pela sua rebeldia às tradições ancestrais: Sadim vê-se confrontada com o fim do seu casamento fugaz, pois entre o espaço que medeia o casamento no registo e a oficialização religiosa, cedeu em entregar-se ao marido, o que foi entendido como uma ousadia, nada digna de uma mulher muçulmana. Qamara descobre pouco tempo após o seu casamento, que o desdém de Rajid advém de uma relação que mantém há anos com uma japonesa. O namorado de Michelle abandona-a porque a mãe dela é americana e cede à vontade da família em casar-se com a prima a quem estava prometido. Só Lamis encontra o verdadeiro amor, apenas porque não fechou os olhos aos trâmites sociais.
Considerado a versão árabe de O Sexo e a Cidade, banido no seu país de origem, a publicação deste livro levantou críticas e vozes de apoio numa sociedade assente em regras sociais muito rígidas, onde as mulheres ainda são segregadas, que luta entre o respeito pelos valores tradicionais e o desejo de se tornar uma voz válida e independente.»

De notar que, o texto que vem na contracapa do livro tem partes que em nada correspondem ao conteúdo do mesmo. O que lá está escrito é isto:

«Quatro amigas, estudantes universitárias da classe alta da Arábia Saudita, encontram-se online todas as Sextas-feiras. Logo, depois das rezas rituais impostas pela religião islâmica, e no segredo da Internet, elas falam livremente umas com as outras. E o que revelam é um mundo inesperado de amores atribulados, de encontros sexuais fortuitos, de uma terrível luta interior entre o desejo de liberdade e as rígidas leis do Islão. Romance revelador, que foi imediatamente proibido pelas autoridades árabes, começou a circular furiosamente no mercado negro - e tornou-se vum sucesso nas dezenas de países onde foi traduzido.»
Deduzo que o início, que não corresponde ao conteúdo do livro, se deva a uma má tradução!

Relativamente à minha opinião sobre o livro: é um livro que se lê bem e que a mim por vezes me deixou com muita curiosidade sobre o que se ia passar a seguir na vida de cada uma das 4 personagens. Confesso que tive dificuldade em relacionar os nomes masculinos a cada uma das personagens femininas... Isto porque são nomes a que não estou habituada. Na realidade, eram nomes que nunca tinha ouvido nem lido. Por exemplo: Faysal, Firas e Walid.

sábado, 12 de julho de 2014

Cada um compra o que quer, não é? #3

De uma das idas ao MacDonald's:


Nem foi preciso pedir a cor que queria porque acertaram logo! Tem um tom que fica bem no meu quarto, por isso, tenho que dar asas à minhas imaginação para o incluir na decoração.


Uma caneta, cor-de-rosa, pois claro, com uma das extremidades com íman. Já está colocada, como podem ver na foto, no candeeiro da secretária, ao lado de outras pink stuffs.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Cada um compra o que quer, não é? #2

Ainda não mostrei todas as compras que fiz no outro dia... (E não foram só livros!)

Por isso, aqui se seguem dois anéis que foram amor à primeira vista:


Muito parecido (não é mesmo igual?) a um que já tinha visto e gostado muito numas fotos e, que por acaso me "apareceu" à frente na loja.


É um só anel mas, parecem três. Só em casa me apercebi que é semelhante ao que tenho da Parfois e é inspiração dos da Calvin Klein. Mas, lá está: é diferente e é mesmo ao meu gosto! Tal como o outro!

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Cada um compra o que quer, não é?

Sabem qual foi uma das primeiras coisas que fiz quando sai da faculdade após a entrega do trabalho?

Fui ver lojas e ia com a ideia de comprar um livro (pois, claro!). E se o pensei, melhor o fiz!

Aqui está ele:


Sinopse:


Um livro de contos que retratam a vida de pessoas como nós, separadas por diferentes tempos, culturas e locais (como França, Singapura e Nova Iorque).
As 14 histórias deste livro abordam temas com os quais o leitor facilmente se identifica, como a procura do amor, da felicidade e da aceitação. Num estilo literário cheio de empatia e elegância, a autora fala-nos, entre outras personagens cativantes, de Eslaini, uma jovem impetuosa e inteligente que vê o seu futuro posto em causa quando o pai a condena a uma vida de solteirona; de Joyce, casada há trinta anos e a viver na Malásia, e do impacto na sua vida causado pela chegada de um desconhecido; de Jade Moon, uma coreana que vive rodeada de americanos que rejeitam as suas tradições.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Já está!

O trabalho que vale 18 ECTS (!!!) já foi entregue! Ufaaa!

Agora eu e o grupo (com o qual cheguei a passar mais de 24 horas seguidas) vamos voltar a lê-lo e prepararmos a apresentação e discussão. E provavelmente antes disso ainda vou fazer um teste para passar a uma cadeira extra.

Entretanto, se quiser também posso ocupar o meu tempo a ler os 17 artigos relacionados com a tese que vou começar em Setembro.

Nada ocupada por agora, portanto!

Adenda: por motivos de força maior que a professora não explicou não vai haver teste... Eventualmente vou a época especial mas, por agora estou mais livre (ou não, que assim tenho que estudar TODA a matéria para o exame e não só metade como seria se o teste se mantivesse).